Em uma sociedade que vê como refúgio o consumo, a publicidade se faz necessária, mas
devemos analisa-la principalmente no contexto Brasil onde o público é alienado e os publicitários a personificação do egocentrismo. Segundo o autor aqueles que consomem publicidade em sua maioria não são dotados de senso crítico, o que facilita a estagnação desse mercado, quem produz utiliza modelos que deveriam ser obsoletos, no entanto, são vistos por aí nas páginas de revista de todo o país. O discurso publicitário deveria atribui um novo sentido para a vida das pessoas, mas não existe a mínima possibilidade de que essas mudanças ocorram já que a imobilidade do mercado publicitário não exige do público um modo diferente de julgar/agir, logo analisamos que não criasse uma nova cultura, um novo pensar, e como dito por Rodrigo Stefani "não existe comunicação sem cultura", as mentes, assim como o mercado publicitário, estão em inercia, e os valores retrógrados continuam arraigados em ambos, no artigo temos como um exemplo o uso exacerbado do esteriótipo da mulher perfeita, que é magra, alta, branca, loira, cis, quase uma modelo, e diferente do que pensam, Stefani afirma que "Você não compra somente um objeto: compra consideração, diferença, saúde, beleza, poder de controlar o seu ambiente.", portanto pensar que esses esteriótipos atribuídos não somente ao gênero não interferem no consumidor não somente do produto, mas também da propaganda é anular o poder persuasivo que a publicidade tem.
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